Ele segura minhas mãos fortemente, me algema. Fico entre o arame farpado e seu corpo com seu Pau ereto. Sinto ele petrificado em minha bunda. Adentra meu cu. Minhas coxas e meus seios começam a roçar no arame, a dor é tão perturbadora e excitante... Sangue deixa seu rastro em minha pele. O Maestro me lambe e morde exatamente aonde escorre o sangue, morde com força e esse sangue aumenta a tensão sentida. Um gemido repleto de êxtase preenche o som da mata. De repente me arranca dali e me prende numa corda entre um forte galho de árvore, prende meus braços para cima, corpo totalmente entregue, não há encosto, não há proteção. Ele pega sua chibata e se delicia ao ver as marcas aparecerem. Os estalidos em meu corpo me fazem quase desmaiar. Ele não para, chicoteia até perder a conta, até a pele vibrar e não pertencer mais ao corpo surrado. Vibra tudo, uma forte vontade de morder me sucumbe, me mordo e Dono me morde. Juntos gozamos numa mordida única e nos encontramos no beijo sangrento que o encontro Sado e Maso proporcionam.
Parados ali, o tempo prestigia-nos com a chuva forte trazendo pingos gelados em nossas bocas!

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