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terça-feira, 2 de junho de 2020

Veneno URÂNICO!

Ele caminha lentamente noite adentro
Silencioso como uma serpente.
Feroz como um Lobo
Faminto, sedento de carne, de sangue
Ele observa a presa movendo-se lentamente
Sem saber que o Mau está por perto.
Ele continua a observar
Está faminto, mas não tem pressa.
Sua presa não tem ideia do que está para acontecer
Corre e brinca alegremente sem saber que sua vida chegou ao fim.
E quando ela menos espera, Ele ataca 
Rápido e feroz, lhe crava os dentes
Em sua carne fresca e macia
E, como uma serpente, espera o veneno agir...
Sua presa perambula, tonta, em agonia
Ele a observa até que volte à consciência
Para novamente lhe morder mais forte, 
Cada vez mais forte e preciso
Dessa vez para se alimentar .
Morde até sangrar 
Mata Sua sede, Se alimenta dessa carne
Destrói em pedaços o frágil animal
Mas Ele NUNCA fica satisfeito...

Harpa D'URANUS!








sábado, 5 de maio de 2018

Um entediante dia comum- O castigo

Já era tardinha, o sol estava se pondo.
Observo sua lentidão ao se despedir desse longo dia...
Uma brisa mais fria circula pelo quarto, passeando pelo meu corpo dolorido , lembrando-me das feridas presentes ali.
Faz algumas horas que estou aqui. Punhos presos para o alto. Meu corpo está bem dolorido, ainda lambuzado como sangue que escorreu mais cedo. Meus braços estão dormentes devido ao tempo nesta mesma posição...
Por dentro sou puro êxtase! Domina dentro de mim uma maravilhosa sensação, provocada pelo ocorrido de mais cedo. 
Enquanto viajo nas sensações de uma tarde de sadismo e sexo, Dono entra no quarto silenciosamente e me observa. Sabia para qual planeta eu viajava. Lentamente se aproximou e sussurrou próximo ao meu ouvido:
-Pensa alto Vadia!
Me assustei e ofegante respondi:
-Penso na tarde de hoje Dono.
Ele sorri e pergunta:
-Por que a Vadia está presa aí ?
-Estou sendo castigada porque lhe desobedeci Senhor, negando seus toques- Respondi.
Ele sorri e ironicamente questiona o tempo que eu estava ali e se estava confortável.
Analisa minhas marcas, o furo que havia feito no meu pescoço, as marcas que me fez com sua chibata.
Logo em seguida me coloca uma venda, impedindo que eu enxergasse o que viria a seguir.
Dono deslizava seu chicote de couro cru pelo meu corpo, o que me deixou um tanto preocupada quanto à minha resistência, pois não seria nem um pouco delicado. Ao mesmo tempo, sentir seu chicote deslizar pela minha pele me excitava muito.
Afastou-se por longos minutos, me deixando na expectativa de qual sera o momento de apanhar. Provavelmente mais uma de suas formas de me torturar. Dono sabe que eu sou uma vadia ansiosa, e que o momento antes de apanhar é a parte mais difícil para mim. Meus pensamentos ansiosos tomavam conta da minha mente e foram interrompidos por um forte impacto do chicote contra minha bunda. Pulei com o susto e com a dor que senti. Escutei risadas do Dono. Se divertia com o meu susto e com minha dor. Ainda me recuperava da ardência quando novamente me chicoteou. E fez várias e várias vezes. E batia com força marcando minha bunda, minhas costas e pernas. Em meio ao desespero e dor, chorava desesperadamente. Estava dando a ele meu desespero e lágrimas que o excitam absurdamente. Deixou de lado o chicote e cuidadosamente acariciou minha pele ferida.
-Respira Vadia!-Dizia ele enquanto me confortava. 
Secava minhas lágrimas gentilmente, me deu um beijo para me acalmar.
Quando me acalmei, ele acariciou meu rosto delicadamente e em seguida deu fortes tapas em meu rosto. Me arrancando mais lágrimas. Ao ver meu choro Dono se aproxima e morde minhas costas, desconcertando-me. Me mordia tão forte que tive a sensação que arrancaria um pedaço das minhas costas. Quando soltou, senti um grande alívio e ao mesmo tempo queria mais mordidas. Mas não atreveria a pedir, pois estava sendo castigada, não merecia qualquer favor do Dono.
Enquanto me recuperava da mordida Dono se afastou. Levou alguns minutos e voltou com algo que parecia um afastador de pernas. Senti ele prendendo algo nos meus tornozelos. Em seguida usou sua chibata para bater na minha boceta. Várias chibatadas que me deixaram muito excitada. Uma sensação de gozo crescia dentro de mim. Ele percebia isso e imediatamente parou. Sabemos que não estou merecendo gozar. Tentei me controlar e afastar minha mente daquela deliciosa sensação. A seguir senti algo muito quente entre minhas pernas. Queimava e era muito desconfortável. Tentei ao máximo suportar, mas era bem difícil. Gritei com a dor, Dono queimava com a chama de uma vela a minha boceta dolorida pelas chibatadas. Uma dor horrível, Dono se divertia muito com minha dor. Tentava me afastar e quando empinava para o outro lado ele me dava chibatada. E a essa altura já era bem doloroso, pois já havia apanhado muito essa tarde. 
Ele se afastou e ficou um bom tempo longe.
Passaram-se horas, assim eu pensava. Já não aguentava mais a posição que estava. Não sentia meus braços. Minhas pernas estavam cansadas e meu corpo muito dolorido.
Queria sair dali, meus pensamentos brigavam entre si para decidir se pediria ou não ao Dono para me tirar dali. O desespero por não saber o que fazer me fragilizou e entrei em pânico. Chorava sem parar. Para minha surpresa Dono estava ali, e questionou por que eu chorava. Tive que falar sobre a agonia que estava sentindo de estar ali por tantas horas e não sentir mais meus braços. Ele se aproximou, me deu um forte tapa no rosto e me repreendeu por perder o controle e me desesperar. Embora se agradasse do que via, Dono não queria uma eskrava fraca que perde o controle em momentos de desespero. Entendi imediatamente o porquê do tapa. Logo tratei de me acalmar. Ele se afastou e voltou silenciosamente me trazendo um copo com água. Bebi desesperadamente, faziam horas que não bebia água. 
Dono me fez um carinho o rosto e perguntou se eu estava bem. Sentia todo meu corpo dolorido, mas por dentro estava renovada. Me dava prazer a forma que ele me castigava 
Ele acariciou minha boceta queimada com delicadeza, se aproximou e beijou. Checou com seus dedos a umidade, e claro estava bem úmida. Ele brincava com os dedos na minha boceta me deixando cada vez mais excitada. E quando menos esperei ele enfiou o punho na minha boceta. Forçava sem dó a entrada, me arrombando e tirando a pouca força que me restava. Ele me arrombava fortemente, seu punho me fodia fundo. Seu impacto em meu útero me fazia delirar. Não suportava mais segurar, implorei por alívio. E ele ordenou:
-Goza Vagabunda!
Ouvindo isso, deixei o Êxtase tomar conta de mim e gozei deliciosamente molhando todo o chão.
Dono soltou as cordas que prendiam meus braços e me segurou para que não caísse. Me abraçou por alguns minutos enquanto me recuperava. E ainda com o afastador de pernas e vendada, me fez lamber o chão que molhei com meu gozo.
Enquanto lambia o chão, ele de surpresa enfiou seu pau grande e duro no meu cu. Gritei com a dor e tombei no chão. Ele me puxou pelos cabelos e me fez voltar à posição que eu estava, enquanto fodia com força meu cu. Eu não poderia reclamar, foi gentil ao me deixar gozar. Mesmo com dor fiquei na posição. Parecia se deliciar com meu sofrimento...
Comecei a chorar baixinho, e ele sabia disso. Sentia meu corpo tremer. Gozou dentro do meu cu. Nesse momento pensei que finalmente poderia descansar. Estava exausta. Mas ele usou sua porra para lubrificar o rabo que ele iria arrombar a seguir. A forma que ele mexia com os dedos me fez perceber que isso iria acontecer. Tremi com essa possibilidade. Ainda era uma pratica nova para mim. Muito dolorosa, precisaria estar bem emocionalmente. Chorei baixinho, mas permaneci na posição. Ele enfiava aos poucos os dedos, quase entrando o punho. Tinha a sensação que estava sendo rasgada, não sobraria nenhuma prega ali. Não conseguia mais suportar a dor, minha reação foi chorar. Chorava muito e mentalmente implorava que o Dono me desse alívio.
Quando o punho finalmente entrou senti um certo alívio.Ainda doía, mas era suportável.
Dono se deliciava com o punho no meu rabo. Estava muito excitado. Enquanto arrombava meu cu com o punho, fodia minha boceta com seu pau. E estava fodendo forte, senti crescendo um orgasmo. Tentei ao máximo controlar. E Dono gozou novamente, deliciosamente. Tirou o punho do meu cu e me fez chupa-lo. Depois do descanso pós gozo, me levou até o banheiro, me ajudou a tomar banho e me deitou na cama. 
Não poderia estar mais grata por esse momento. 
Agradeci a ele pelo castigo. Ele me beijou docemente e ordenou que eu dormisse. Estava completamente exausta, mas sentia uma imensa alegria por viver esses momentos...


Bem Vindos ao Torturas do Prazer!

Sejam bem vindos ao Torturas do Prazer! Eu, Maestro URANUS! Criei esse blog  juntamente com minhas Eskravas Exclusivas para compartilhar um...