Silencioso como uma serpente.
Feroz como um Lobo
Faminto, sedento de carne, de sangue
Ele observa a presa movendo-se lentamente
Sem saber que o Mau está por perto.
Ele continua a observar
Está faminto, mas não tem pressa.
Sua presa não tem ideia do que está para acontecer
Corre e brinca alegremente sem saber que sua vida chegou ao fim.
E quando ela menos espera, Ele ataca
Rápido e feroz, lhe crava os dentes
Em sua carne fresca e macia
E, como uma serpente, espera o veneno agir...
Sua presa perambula, tonta, em agonia
Ele a observa até que volte à consciência
Para novamente lhe morder mais forte,
Cada vez mais forte e preciso
Dessa vez para se alimentar .
Morde até sangrar
Mata Sua sede, Se alimenta dessa carne
Destrói em pedaços o frágil animal
Mas Ele NUNCA fica satisfeito...









