A fúria dos dentes cravados do Dono em minha pele
Me compele à Divina entrega nessa dor lancinante.
Ele me devora com dentes afiados, como um Lobo...
Não ficou parado.
Enquanto me cravava os dentes, chacoalhava a cabeça
Como se fosse arrancar um pedaço!
Parada fiquei ali, recebendo e sentindo seu deleite.
Sangue ferve
Boceta se molha toda
A dor se expande e se aprofunda
O braço quase não mexe depois
Uma força o puxa para baixo
Uma energia me preenche
Alivio pela dor sentida
Êxtase de estar viva na boca de URANUS!
Texto de Sol de URANUS!

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