Acordo um pouco mais tarde, ele no banheiro, escrevo nosso simbolo com nossos utensílios de tortura de Tortura do Prazer no quarto: Chibata, tacape e baquetas. Espero ele olhar da sala. Uma enorme alegria em mostrar a felicidade de existir com Ele e agradecer o jeito que somos juntos!
Saímos para caminhar mais tarde, peço que bata em mim com o graveto achado na rua. Ele nega. Diz que devo implorar. Implorar para merecer sua deliciosa surra. Assim o faço. E só ao ver minhas lágrimas descerem e eu soluçar em prantos, que Ele me surra. Ali mesmo, na rua.
Vemos nuvens se formarem densas, uma torrencial chuva nos encontra, vem como uma ducha, a força das águas presenteia nossos corpos nos deixando encharcados. O mundo parou por uns instantes. Só nós estamos tão molhados. A sutileza de sermos tão únicos e nada mais importar. A noite se inicia. O sentindo é dito. E tudo que transborda é mais mágico. Uma mordida intensa e demorada em meu seio num abraço apertado, emana a dor no sublime encontro. E nesse dia mágico, mais um exemplo de que todos os outros são especiais para essa Entrega ao que Somos!!!

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