Sua devoção Me atrai.
Sou a lenda do herói que atravessa as eras, derruba inimigos invisíveis, sobrevive à corrosão dos teus julgamentos, ao olhar do tempo e à solidão.
O que sinto é puro mistério.
Seu território Me instiga à Conkista, à Dominação.
Decreto teus pesadelos, regulo teu sono.
Hipnotizo teus olhos numa nudez espectral à luz das sombras da tua imaginação.
Exijo-te milagres. Total obediência! Inflijo-te castigos docemente insuportáveis, até que pereças aos Meus Pés e te salvo nesse estado de desgraça que desaparece quando te beijo, te desejo e, de ti, Me satisfaço.
Derrotei mil demônios para te alcançar e te arrancar do inferno da ignorância, das trevas da estupidez. Vim com meu exército povoar teu coração.
Do teu corpo, faço Meu Templo - Meu refúgio de Adoração.
Sou guerreiro incansável em busca da sua Entrega.
Ajoelha-te aos Meus Pés, beije-os e ofereça-Me seu altar sodomita em sacrifício ao êxito da Minha Conkista!
Confie a Mim seu Graal, que o guardarei em segredo numa redoma de cristal!
Banhe-Me com teu sangue derramado do cálice sagrado e liberta-te da cruz! Vendo teus olhos e costuro teus lábios para que enxergues a luz.
Desmascaro-te, arranco seu véu, te banho na lama da humildade e te lavo a arrogância num ritual esfoliante.
Cala-te!
Não diga uma só palavra - coisa vã e inútil do mundo da consciência!
Aqui só é permitido o toque. Este é Rei soberano das sensações. Onde os sentidos penetram a alma, abandonando a razão.
Libertando o corpo de seu manto absurdo e encouraçado.
Dispa tuas peles e ajoelha-te em carne viva!
Maestro URANUS!
Bem vindos ao Torturas do Prazer! Eu Maestro URANUS! Criei esse blog juntamente com minhas Eskravas Exclusivas para ComPartilhar um pouco de nossas vivências e Ins-Pirações. Todo conteúdo do Blog é totalmente exclusivo! Nos contos as FANTASIAS se misturam à realidade! Use sua imaginação e mergulhe nas profundezas do SadoMasokismo! Lembrando que nossas práticas são totalmente Consensuais! Divirtam-se e voltem sempre!
sábado, 30 de junho de 2018
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Primeiro FISTING ANAL de Harpa de URANUS!
Estava sendo um delicioso final de semana no Cativeiro de URANUS! Dono é muito agradável e divertido.
Acordamos numa segunda-feira e fomos fazer nossas coisas normais de cotidiano. Conversamos, fizemos refeições juntos, nos divertimos contando um para o outro nossas histórias loucas sobre a vida.
Embora seja uma Vadia ansiosa, eu estava muito tranquila e sem expectativas de sessões, porém atenta às necessidades do Dono.
E Dono sempre tem a capacidade de surpreender. Depois de voltarmos da rua, Ele mandou que eu tirasse a roupa e ficasse de joelhos no sofá. Acariciava e apertava minha carne nua à disposição de seus Sádicos Desejos.
E quando menos esperei, me bateu com algo que não reconheci, talvez uma Cane, mas era uma dor mais fina e muito mais forte. Não parecia com a dor que a Cane causava.
Me concentrei na dor e me deliciava com ela. Sentia Ele me arranhar, talvez com o mesmo objeto. Feria ainda mais minhas costas, já dolorida com as mordidas, arranhões e chibatadas do dia anterior.
Dono em seguida me privou a visão colocando uma venda. Me colocou de pé e com seu toque gentil acariciava todo meu corpo. Provocando diferentes sensações. Me deixando distraída com as sensações deliciosas de seu toque. E em seguida me surpreende com uma forte mordida no seio. Uma desconcertante mordida no mamilo me arrancou gemidos de dor e muito prazer. E voltou a me acariciar, me distraindo com seus toques novamente. E mordeu o outro seio, com força. Tinha a sensação que me arrancaria um pedaço. Ele voltou a me acariciar e me deitou no chão. Colocou em cima de mim o objeto que havia usado para me bater.
Era sim uma Cane, fiquei surpresa ao ver que era mais grossa do que imaginei. Fiquei um tempo ali sentindo e lembrando da dor que ela provocou.
Depois de algum tempo Dono se aproximou e enfiou algo na minha boceta, um plug talvez...
Não tentei entender o que era, apenas senti. Fodeu minha boceta algumas vezes com akilo e depois enfiou no meu cu. Doía muito, mas tentei suportar. E ao mesmo tempo enfiou o consolo na minha boceta. Mandou fuder os dois buraquinhos. Fiz como mandou, gemia e me deliciava com os dois consolos me fudendo.
Provavelmente estava ali quieto observando. Em seguida, Dono sentou na minha cara e me fez chupar o Seu Karalho. Fodia minha boca enquanto eu fodia meu cu e boceta. Adorava me fazer engasgar com o Karalho cada vez mais fundo na minha garganta!
Preenchimento maravilhoso!
Dono sentou na beira do sofá e mandou ir até ele de ré. Foi orientando até o momento que me posicionei na direção do seu Karalho Duro, deliciosamente DURO. Pronto pra me enrabar! E assim o fez. Me enrabava bem gostoso e dava fortes e deliciosos tapas em minha bunda.
E de repente ele parou. E logo senti algo molhado e gelado sendo passado no meu cu. Imediatamente percebi o que iria acontecer. Dono iria FISTAR meu cu. Tive medo desse momento. Fizemos algumas tentativas em que facilmente desisti. Não quis ir além, ou talvez tenha me faltado coragem. E eu já tremia, estava muito nervosa e com medo daquela dor. Dono ordenou que eu relaxasse e mandava eu dizer em voz alta que eu iria conseguir. E repetidas vezes o disse. "Eu sou forte, eu vou conseguir!" Dizia a todo tempo. Mas em alguns momentos desacreditava e queria desistir. Mas Dono estava muito empolgado.
O nível da dor era bem alto. Sentia que não iria aguentar mais . E me sentia um fracasso por de novo não conseguir. Desisti de tentar. Mas quando parei de pensar no que eu sentia e ouvi a empolgação do Dono: "Você vai conseguir, vadia! Está quase lá!", eu senti que não deveria fazer por mim, mas deveria fazer por ele. A animação dele me dava forças. E ignorei absolutamente minha dor e suportei ele enfiar mais o punho. E entrou!! E nesse momento senti um alívio muito grande! E uma satisfação de ter conseguido. E mais ainda, uma alegria enorme pela felicidade do Dono! Tinha a empolgação de uma criança quando ganha de presente algo que tanto desejava!! Aquilo me deu uma alegria e paz sem igual. E Dono Estava muito excitado! Narrava a sensação de ter o punho enfiado no meu rabo. E era excitante ouvi-lo dizer o que sentia ali. Enquanto estava com o punho no meu cu, ele enfiou Seu Karalho Duro como pedra na minha boceta. E me fodia e arrombava! Me deu muito tesão estar à disposição e sentir o Dono me arrombar daquela forma. O tesão e a empolgação dele me excitavam absurdamente.
Ele brincou o quanto queria e o quanto eu aguentei. E depois tirou o punho. Senti um alívio imenso. E Dono me mudou de posição. Fiquei deitada por cima de uma almofada com a barriga pra cima. Dono me amarrou de forma que meu cu e boceta ficassem bem expostos pra ele. E voltou a foder meu cu com seu delicioso punho.
Um par perfeito... Punho de URANUS! E cu de porkinha...
Dono permitiu que eu descansasse depois. Estava exausta! E do jeito que estava, ainda amarrada, eu apaguei. Acordei com os cuidados de Dono e da minha Irmã de Coleira, Sol de URANUS!...
Foi uma bela experiência. Uma deliciosa descoberta, uma inesquecível tarde..
E Dono sempre tem a capacidade de surpreender. Depois de voltarmos da rua, Ele mandou que eu tirasse a roupa e ficasse de joelhos no sofá. Acariciava e apertava minha carne nua à disposição de seus Sádicos Desejos.
E quando menos esperei, me bateu com algo que não reconheci, talvez uma Cane, mas era uma dor mais fina e muito mais forte. Não parecia com a dor que a Cane causava.
Me concentrei na dor e me deliciava com ela. Sentia Ele me arranhar, talvez com o mesmo objeto. Feria ainda mais minhas costas, já dolorida com as mordidas, arranhões e chibatadas do dia anterior.
Dono em seguida me privou a visão colocando uma venda. Me colocou de pé e com seu toque gentil acariciava todo meu corpo. Provocando diferentes sensações. Me deixando distraída com as sensações deliciosas de seu toque. E em seguida me surpreende com uma forte mordida no seio. Uma desconcertante mordida no mamilo me arrancou gemidos de dor e muito prazer. E voltou a me acariciar, me distraindo com seus toques novamente. E mordeu o outro seio, com força. Tinha a sensação que me arrancaria um pedaço. Ele voltou a me acariciar e me deitou no chão. Colocou em cima de mim o objeto que havia usado para me bater.
Era sim uma Cane, fiquei surpresa ao ver que era mais grossa do que imaginei. Fiquei um tempo ali sentindo e lembrando da dor que ela provocou.
Depois de algum tempo Dono se aproximou e enfiou algo na minha boceta, um plug talvez...
Não tentei entender o que era, apenas senti. Fodeu minha boceta algumas vezes com akilo e depois enfiou no meu cu. Doía muito, mas tentei suportar. E ao mesmo tempo enfiou o consolo na minha boceta. Mandou fuder os dois buraquinhos. Fiz como mandou, gemia e me deliciava com os dois consolos me fudendo.
Provavelmente estava ali quieto observando. Em seguida, Dono sentou na minha cara e me fez chupar o Seu Karalho. Fodia minha boca enquanto eu fodia meu cu e boceta. Adorava me fazer engasgar com o Karalho cada vez mais fundo na minha garganta!
Preenchimento maravilhoso!
Dono sentou na beira do sofá e mandou ir até ele de ré. Foi orientando até o momento que me posicionei na direção do seu Karalho Duro, deliciosamente DURO. Pronto pra me enrabar! E assim o fez. Me enrabava bem gostoso e dava fortes e deliciosos tapas em minha bunda.
E de repente ele parou. E logo senti algo molhado e gelado sendo passado no meu cu. Imediatamente percebi o que iria acontecer. Dono iria FISTAR meu cu. Tive medo desse momento. Fizemos algumas tentativas em que facilmente desisti. Não quis ir além, ou talvez tenha me faltado coragem. E eu já tremia, estava muito nervosa e com medo daquela dor. Dono ordenou que eu relaxasse e mandava eu dizer em voz alta que eu iria conseguir. E repetidas vezes o disse. "Eu sou forte, eu vou conseguir!" Dizia a todo tempo. Mas em alguns momentos desacreditava e queria desistir. Mas Dono estava muito empolgado.
O nível da dor era bem alto. Sentia que não iria aguentar mais . E me sentia um fracasso por de novo não conseguir. Desisti de tentar. Mas quando parei de pensar no que eu sentia e ouvi a empolgação do Dono: "Você vai conseguir, vadia! Está quase lá!", eu senti que não deveria fazer por mim, mas deveria fazer por ele. A animação dele me dava forças. E ignorei absolutamente minha dor e suportei ele enfiar mais o punho. E entrou!! E nesse momento senti um alívio muito grande! E uma satisfação de ter conseguido. E mais ainda, uma alegria enorme pela felicidade do Dono! Tinha a empolgação de uma criança quando ganha de presente algo que tanto desejava!! Aquilo me deu uma alegria e paz sem igual. E Dono Estava muito excitado! Narrava a sensação de ter o punho enfiado no meu rabo. E era excitante ouvi-lo dizer o que sentia ali. Enquanto estava com o punho no meu cu, ele enfiou Seu Karalho Duro como pedra na minha boceta. E me fodia e arrombava! Me deu muito tesão estar à disposição e sentir o Dono me arrombar daquela forma. O tesão e a empolgação dele me excitavam absurdamente.
Ele brincou o quanto queria e o quanto eu aguentei. E depois tirou o punho. Senti um alívio imenso. E Dono me mudou de posição. Fiquei deitada por cima de uma almofada com a barriga pra cima. Dono me amarrou de forma que meu cu e boceta ficassem bem expostos pra ele. E voltou a foder meu cu com seu delicioso punho.
Um par perfeito... Punho de URANUS! E cu de porkinha...
Dono permitiu que eu descansasse depois. Estava exausta! E do jeito que estava, ainda amarrada, eu apaguei. Acordei com os cuidados de Dono e da minha Irmã de Coleira, Sol de URANUS!...
Foi uma bela experiência. Uma deliciosa descoberta, uma inesquecível tarde..
sábado, 5 de maio de 2018
Um entediante dia comum- O castigo
Já era tardinha, o sol estava se pondo.
Observo sua lentidão ao se despedir desse longo dia...
Uma brisa mais fria circula pelo quarto, passeando pelo meu corpo dolorido , lembrando-me das feridas presentes ali.
Faz algumas horas que estou aqui. Punhos presos para o alto. Meu corpo está bem dolorido, ainda lambuzado como sangue que escorreu mais cedo. Meus braços estão dormentes devido ao tempo nesta mesma posição...
Por dentro sou puro êxtase! Domina dentro de mim uma maravilhosa sensação, provocada pelo ocorrido de mais cedo.
Enquanto viajo nas sensações de uma tarde de sadismo e sexo, Dono entra no quarto silenciosamente e me observa. Sabia para qual planeta eu viajava. Lentamente se aproximou e sussurrou próximo ao meu ouvido:
-Pensa alto Vadia!
Me assustei e ofegante respondi:
-Penso na tarde de hoje Dono.
Ele sorri e pergunta:
-Por que a Vadia está presa aí ?
-Estou sendo castigada porque lhe desobedeci Senhor, negando seus toques- Respondi.
Ele sorri e ironicamente questiona o tempo que eu estava ali e se estava confortável.
Analisa minhas marcas, o furo que havia feito no meu pescoço, as marcas que me fez com sua chibata.
Logo em seguida me coloca uma venda, impedindo que eu enxergasse o que viria a seguir.
Dono deslizava seu chicote de couro cru pelo meu corpo, o que me deixou um tanto preocupada quanto à minha resistência, pois não seria nem um pouco delicado. Ao mesmo tempo, sentir seu chicote deslizar pela minha pele me excitava muito.
Afastou-se por longos minutos, me deixando na expectativa de qual sera o momento de apanhar. Provavelmente mais uma de suas formas de me torturar. Dono sabe que eu sou uma vadia ansiosa, e que o momento antes de apanhar é a parte mais difícil para mim. Meus pensamentos ansiosos tomavam conta da minha mente e foram interrompidos por um forte impacto do chicote contra minha bunda. Pulei com o susto e com a dor que senti. Escutei risadas do Dono. Se divertia com o meu susto e com minha dor. Ainda me recuperava da ardência quando novamente me chicoteou. E fez várias e várias vezes. E batia com força marcando minha bunda, minhas costas e pernas. Em meio ao desespero e dor, chorava desesperadamente. Estava dando a ele meu desespero e lágrimas que o excitam absurdamente. Deixou de lado o chicote e cuidadosamente acariciou minha pele ferida.
-Respira Vadia!-Dizia ele enquanto me confortava.
Secava minhas lágrimas gentilmente, me deu um beijo para me acalmar.
Quando me acalmei, ele acariciou meu rosto delicadamente e em seguida deu fortes tapas em meu rosto. Me arrancando mais lágrimas. Ao ver meu choro Dono se aproxima e morde minhas costas, desconcertando-me. Me mordia tão forte que tive a sensação que arrancaria um pedaço das minhas costas. Quando soltou, senti um grande alívio e ao mesmo tempo queria mais mordidas. Mas não atreveria a pedir, pois estava sendo castigada, não merecia qualquer favor do Dono.
Enquanto me recuperava da mordida Dono se afastou. Levou alguns minutos e voltou com algo que parecia um afastador de pernas. Senti ele prendendo algo nos meus tornozelos. Em seguida usou sua chibata para bater na minha boceta. Várias chibatadas que me deixaram muito excitada. Uma sensação de gozo crescia dentro de mim. Ele percebia isso e imediatamente parou. Sabemos que não estou merecendo gozar. Tentei me controlar e afastar minha mente daquela deliciosa sensação. A seguir senti algo muito quente entre minhas pernas. Queimava e era muito desconfortável. Tentei ao máximo suportar, mas era bem difícil. Gritei com a dor, Dono queimava com a chama de uma vela a minha boceta dolorida pelas chibatadas. Uma dor horrível, Dono se divertia muito com minha dor. Tentava me afastar e quando empinava para o outro lado ele me dava chibatada. E a essa altura já era bem doloroso, pois já havia apanhado muito essa tarde.
Ele se afastou e ficou um bom tempo longe.
Passaram-se horas, assim eu pensava. Já não aguentava mais a posição que estava. Não sentia meus braços. Minhas pernas estavam cansadas e meu corpo muito dolorido.
Queria sair dali, meus pensamentos brigavam entre si para decidir se pediria ou não ao Dono para me tirar dali. O desespero por não saber o que fazer me fragilizou e entrei em pânico. Chorava sem parar. Para minha surpresa Dono estava ali, e questionou por que eu chorava. Tive que falar sobre a agonia que estava sentindo de estar ali por tantas horas e não sentir mais meus braços. Ele se aproximou, me deu um forte tapa no rosto e me repreendeu por perder o controle e me desesperar. Embora se agradasse do que via, Dono não queria uma eskrava fraca que perde o controle em momentos de desespero. Entendi imediatamente o porquê do tapa. Logo tratei de me acalmar. Ele se afastou e voltou silenciosamente me trazendo um copo com água. Bebi desesperadamente, faziam horas que não bebia água.
Dono me fez um carinho o rosto e perguntou se eu estava bem. Sentia todo meu corpo dolorido, mas por dentro estava renovada. Me dava prazer a forma que ele me castigava
Ele acariciou minha boceta queimada com delicadeza, se aproximou e beijou. Checou com seus dedos a umidade, e claro estava bem úmida. Ele brincava com os dedos na minha boceta me deixando cada vez mais excitada. E quando menos esperei ele enfiou o punho na minha boceta. Forçava sem dó a entrada, me arrombando e tirando a pouca força que me restava. Ele me arrombava fortemente, seu punho me fodia fundo. Seu impacto em meu útero me fazia delirar. Não suportava mais segurar, implorei por alívio. E ele ordenou:
-Goza Vagabunda!
Ouvindo isso, deixei o Êxtase tomar conta de mim e gozei deliciosamente molhando todo o chão.
Dono soltou as cordas que prendiam meus braços e me segurou para que não caísse. Me abraçou por alguns minutos enquanto me recuperava. E ainda com o afastador de pernas e vendada, me fez lamber o chão que molhei com meu gozo.
Enquanto lambia o chão, ele de surpresa enfiou seu pau grande e duro no meu cu. Gritei com a dor e tombei no chão. Ele me puxou pelos cabelos e me fez voltar à posição que eu estava, enquanto fodia com força meu cu. Eu não poderia reclamar, foi gentil ao me deixar gozar. Mesmo com dor fiquei na posição. Parecia se deliciar com meu sofrimento...
Comecei a chorar baixinho, e ele sabia disso. Sentia meu corpo tremer. Gozou dentro do meu cu. Nesse momento pensei que finalmente poderia descansar. Estava exausta. Mas ele usou sua porra para lubrificar o rabo que ele iria arrombar a seguir. A forma que ele mexia com os dedos me fez perceber que isso iria acontecer. Tremi com essa possibilidade. Ainda era uma pratica nova para mim. Muito dolorosa, precisaria estar bem emocionalmente. Chorei baixinho, mas permaneci na posição. Ele enfiava aos poucos os dedos, quase entrando o punho. Tinha a sensação que estava sendo rasgada, não sobraria nenhuma prega ali. Não conseguia mais suportar a dor, minha reação foi chorar. Chorava muito e mentalmente implorava que o Dono me desse alívio.
Quando o punho finalmente entrou senti um certo alívio.Ainda doía, mas era suportável.
Dono se deliciava com o punho no meu rabo. Estava muito excitado. Enquanto arrombava meu cu com o punho, fodia minha boceta com seu pau. E estava fodendo forte, senti crescendo um orgasmo. Tentei ao máximo controlar. E Dono gozou novamente, deliciosamente. Tirou o punho do meu cu e me fez chupa-lo. Depois do descanso pós gozo, me levou até o banheiro, me ajudou a tomar banho e me deitou na cama.
Não poderia estar mais grata por esse momento.
Agradeci a ele pelo castigo. Ele me beijou docemente e ordenou que eu dormisse. Estava completamente exausta, mas sentia uma imensa alegria por viver esses momentos...
Observo sua lentidão ao se despedir desse longo dia...
Uma brisa mais fria circula pelo quarto, passeando pelo meu corpo dolorido , lembrando-me das feridas presentes ali.
Faz algumas horas que estou aqui. Punhos presos para o alto. Meu corpo está bem dolorido, ainda lambuzado como sangue que escorreu mais cedo. Meus braços estão dormentes devido ao tempo nesta mesma posição...
Por dentro sou puro êxtase! Domina dentro de mim uma maravilhosa sensação, provocada pelo ocorrido de mais cedo.
Enquanto viajo nas sensações de uma tarde de sadismo e sexo, Dono entra no quarto silenciosamente e me observa. Sabia para qual planeta eu viajava. Lentamente se aproximou e sussurrou próximo ao meu ouvido:
-Pensa alto Vadia!
Me assustei e ofegante respondi:
-Penso na tarde de hoje Dono.
Ele sorri e pergunta:
-Por que a Vadia está presa aí ?
-Estou sendo castigada porque lhe desobedeci Senhor, negando seus toques- Respondi.
Ele sorri e ironicamente questiona o tempo que eu estava ali e se estava confortável.
Analisa minhas marcas, o furo que havia feito no meu pescoço, as marcas que me fez com sua chibata.
Logo em seguida me coloca uma venda, impedindo que eu enxergasse o que viria a seguir.
Dono deslizava seu chicote de couro cru pelo meu corpo, o que me deixou um tanto preocupada quanto à minha resistência, pois não seria nem um pouco delicado. Ao mesmo tempo, sentir seu chicote deslizar pela minha pele me excitava muito.
Afastou-se por longos minutos, me deixando na expectativa de qual sera o momento de apanhar. Provavelmente mais uma de suas formas de me torturar. Dono sabe que eu sou uma vadia ansiosa, e que o momento antes de apanhar é a parte mais difícil para mim. Meus pensamentos ansiosos tomavam conta da minha mente e foram interrompidos por um forte impacto do chicote contra minha bunda. Pulei com o susto e com a dor que senti. Escutei risadas do Dono. Se divertia com o meu susto e com minha dor. Ainda me recuperava da ardência quando novamente me chicoteou. E fez várias e várias vezes. E batia com força marcando minha bunda, minhas costas e pernas. Em meio ao desespero e dor, chorava desesperadamente. Estava dando a ele meu desespero e lágrimas que o excitam absurdamente. Deixou de lado o chicote e cuidadosamente acariciou minha pele ferida.
-Respira Vadia!-Dizia ele enquanto me confortava.
Secava minhas lágrimas gentilmente, me deu um beijo para me acalmar.
Quando me acalmei, ele acariciou meu rosto delicadamente e em seguida deu fortes tapas em meu rosto. Me arrancando mais lágrimas. Ao ver meu choro Dono se aproxima e morde minhas costas, desconcertando-me. Me mordia tão forte que tive a sensação que arrancaria um pedaço das minhas costas. Quando soltou, senti um grande alívio e ao mesmo tempo queria mais mordidas. Mas não atreveria a pedir, pois estava sendo castigada, não merecia qualquer favor do Dono.
Enquanto me recuperava da mordida Dono se afastou. Levou alguns minutos e voltou com algo que parecia um afastador de pernas. Senti ele prendendo algo nos meus tornozelos. Em seguida usou sua chibata para bater na minha boceta. Várias chibatadas que me deixaram muito excitada. Uma sensação de gozo crescia dentro de mim. Ele percebia isso e imediatamente parou. Sabemos que não estou merecendo gozar. Tentei me controlar e afastar minha mente daquela deliciosa sensação. A seguir senti algo muito quente entre minhas pernas. Queimava e era muito desconfortável. Tentei ao máximo suportar, mas era bem difícil. Gritei com a dor, Dono queimava com a chama de uma vela a minha boceta dolorida pelas chibatadas. Uma dor horrível, Dono se divertia muito com minha dor. Tentava me afastar e quando empinava para o outro lado ele me dava chibatada. E a essa altura já era bem doloroso, pois já havia apanhado muito essa tarde.
Ele se afastou e ficou um bom tempo longe.
Passaram-se horas, assim eu pensava. Já não aguentava mais a posição que estava. Não sentia meus braços. Minhas pernas estavam cansadas e meu corpo muito dolorido.
Queria sair dali, meus pensamentos brigavam entre si para decidir se pediria ou não ao Dono para me tirar dali. O desespero por não saber o que fazer me fragilizou e entrei em pânico. Chorava sem parar. Para minha surpresa Dono estava ali, e questionou por que eu chorava. Tive que falar sobre a agonia que estava sentindo de estar ali por tantas horas e não sentir mais meus braços. Ele se aproximou, me deu um forte tapa no rosto e me repreendeu por perder o controle e me desesperar. Embora se agradasse do que via, Dono não queria uma eskrava fraca que perde o controle em momentos de desespero. Entendi imediatamente o porquê do tapa. Logo tratei de me acalmar. Ele se afastou e voltou silenciosamente me trazendo um copo com água. Bebi desesperadamente, faziam horas que não bebia água.
Dono me fez um carinho o rosto e perguntou se eu estava bem. Sentia todo meu corpo dolorido, mas por dentro estava renovada. Me dava prazer a forma que ele me castigava
Ele acariciou minha boceta queimada com delicadeza, se aproximou e beijou. Checou com seus dedos a umidade, e claro estava bem úmida. Ele brincava com os dedos na minha boceta me deixando cada vez mais excitada. E quando menos esperei ele enfiou o punho na minha boceta. Forçava sem dó a entrada, me arrombando e tirando a pouca força que me restava. Ele me arrombava fortemente, seu punho me fodia fundo. Seu impacto em meu útero me fazia delirar. Não suportava mais segurar, implorei por alívio. E ele ordenou:
-Goza Vagabunda!
Ouvindo isso, deixei o Êxtase tomar conta de mim e gozei deliciosamente molhando todo o chão.
Dono soltou as cordas que prendiam meus braços e me segurou para que não caísse. Me abraçou por alguns minutos enquanto me recuperava. E ainda com o afastador de pernas e vendada, me fez lamber o chão que molhei com meu gozo.
Enquanto lambia o chão, ele de surpresa enfiou seu pau grande e duro no meu cu. Gritei com a dor e tombei no chão. Ele me puxou pelos cabelos e me fez voltar à posição que eu estava, enquanto fodia com força meu cu. Eu não poderia reclamar, foi gentil ao me deixar gozar. Mesmo com dor fiquei na posição. Parecia se deliciar com meu sofrimento...
Comecei a chorar baixinho, e ele sabia disso. Sentia meu corpo tremer. Gozou dentro do meu cu. Nesse momento pensei que finalmente poderia descansar. Estava exausta. Mas ele usou sua porra para lubrificar o rabo que ele iria arrombar a seguir. A forma que ele mexia com os dedos me fez perceber que isso iria acontecer. Tremi com essa possibilidade. Ainda era uma pratica nova para mim. Muito dolorosa, precisaria estar bem emocionalmente. Chorei baixinho, mas permaneci na posição. Ele enfiava aos poucos os dedos, quase entrando o punho. Tinha a sensação que estava sendo rasgada, não sobraria nenhuma prega ali. Não conseguia mais suportar a dor, minha reação foi chorar. Chorava muito e mentalmente implorava que o Dono me desse alívio.
Quando o punho finalmente entrou senti um certo alívio.Ainda doía, mas era suportável.
Dono se deliciava com o punho no meu rabo. Estava muito excitado. Enquanto arrombava meu cu com o punho, fodia minha boceta com seu pau. E estava fodendo forte, senti crescendo um orgasmo. Tentei ao máximo controlar. E Dono gozou novamente, deliciosamente. Tirou o punho do meu cu e me fez chupa-lo. Depois do descanso pós gozo, me levou até o banheiro, me ajudou a tomar banho e me deitou na cama.
Não poderia estar mais grata por esse momento.
Agradeci a ele pelo castigo. Ele me beijou docemente e ordenou que eu dormisse. Estava completamente exausta, mas sentia uma imensa alegria por viver esses momentos...
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Libertar-te-ei através da Dor extrema.. Para que o êxtase máximo aconteça no ápice do desespero perante a Morte! Só assim, conhecerás o Gozo Raro que converterá sua alma em Minha.
Seu corpo em Meu.
Sua dor em Meu prazer.
Pois onde Vida e Morte se beijam,
Fonte e desejo tornam-se UM. Servir a um Sádico é tornar-se matéria prima de pesadelos e idílios deliciosamente avassaladores. É expor-se ao perigoso anseio de anikilar-se.
É realizar o impossível no seio da Entrega.
É o Máximo no mínimo.
É o Poder máximo do humano em estar-se preso por Vontade.
É reafirmar a própria Liberdade aos pés do Carrasco tão desejado. Tão esperado...
Pois é este Ser que conduzir-te-á na derradeira Dança..
É este o único cavalheiro que lhe revelará os Mistérios da Noiva Negra...
É Ele o seu Padrinho em seu Casamento...
Com a Morte.
Onde o Fim justificará teus Suplícios.
Onde Renascer tecerá Novos Inícios.
Aki.
Aos Meus Pés.
Seu corpo em Meu.
Sua dor em Meu prazer.
Pois onde Vida e Morte se beijam,
Fonte e desejo tornam-se UM. Servir a um Sádico é tornar-se matéria prima de pesadelos e idílios deliciosamente avassaladores. É expor-se ao perigoso anseio de anikilar-se.
É realizar o impossível no seio da Entrega.
É o Máximo no mínimo.
É o Poder máximo do humano em estar-se preso por Vontade.
É reafirmar a própria Liberdade aos pés do Carrasco tão desejado. Tão esperado...
Pois é este Ser que conduzir-te-á na derradeira Dança..
É este o único cavalheiro que lhe revelará os Mistérios da Noiva Negra...
É Ele o seu Padrinho em seu Casamento...
Com a Morte.
Onde o Fim justificará teus Suplícios.
Onde Renascer tecerá Novos Inícios.
Aki.
Aos Meus Pés.
Maestro URANUS!
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Harpa de URANUS!
FECHE OS OLHOS... SINTA MEU PODER...
PERCA O CONTROLE
MINHA HARPA...
SINTA MEUS DEDOS
DESLIZANDO EM SEUS TONS...
DOS GRAVES AOS MAIS AGUDOS...
UNIMOS NOSSAS SENSIBILIDADES
SOMOS LINDA MELODIA...
INDECENTE... PROFANA...
LIVREMENTE CRUEL...
MINHA HARPA..
Maestro URANUS!
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Num entediante dia comum...
Em um dia comum, um entediante dia comum...
daqueles que te faz querer surtar de tão comum, me encontro aborrecida encostada num canto. Dono me observa já ciente do motivo de meu silêncio.
Determinado a mudar isso, ele se aproxima. Silenciosamente, como sempre, feito uma Serpente venenosa. Seus passos não fazem barulho algum e ele surge bem perto de mim como um espectro.
Na tentativa de me fazer sentir bem, faz um carinho e me beija docemente... De um jeito que não costuma fazer. Retribuo seu carinho e volto a ficar quieta.
Inconformado, puxa meu cabelo e me beija forte. Naquele momento vi a oportunidade de mudar nosso dia: ATREVERIA-ME A NEGAR PRAZER AO DONO! Na esperança de provocar a possibilidade de um dia “incomum”...
Afasto o Dono levemente mostrando nenhum interesse em seu beijo. Parecia loucura o que estava fazendo. Uma Eskrava JAMAIS poderia negar prazer ao seu Dono! Mereceria ser cruelmente castigada! Bem, talvez para outro Senhor isso fosse muito válido, mas, para o Senhor que sirvo, NÃO. Ele sabia perfeitamente o que eu pensava e planejava fazer. Sabia que era uma das minhas formas de lhe dar prazer.
Já de Pau duro, ele entra no jogo. Me puxou novamente para me beijar e dessa vez me afastei reclamando que não queria. Fingindo que não queria...
Ele sorriu, com um puxão de cabelos me trouxe para si e me disse bem sério:
- VOCÊ QUER O QUE EU QUERO!
Afastei-o com força dizendo em tom mais alto que “não”. Saí de perto caminhando para outro cômodo, incentivando esse predador a me seguir...
De canto de olho vi seu sorriso. Sinal que estava gostando do jogo. Enquanto andava, ele me agarrou pelo pescoço e me cravou os dentes desconcertando-me e arrancando gritos de dor. Senti seu Pau duro feito pedra encostando na minha bunda. Me incentivando a resistir ainda mais!
Eu gritava e arranhava seu braço, que apertava meu pescoço, com força. Quando seus dentes finalmente largaram meu pescoço, fui empurrada contra a parede e levei vários tapas na cara. Com aquela expressão que adoro, de um predador selvagem pronto para me devorar, ele me lembra que faço o que Ele quiser.
Uma expressão séria e de indignação toma conta do meu rosto. Dou-lhe um empurrão e corro até o outro quarto e tento fechar a porta. Porém, ele é mais rápido e entra junto, empurrando-me com força. Caio no chão, ele tranca a porta e tira do gancho sua chibata. Meus olhos brilham ao vê-la. Me excita ainda mais...
- Vou te ensinar a Obedecer, Vadia!
Nossos olhos se encontraram e um podia ver no outro o quanto estávamos excitados. Enquanto estava caída no chão, me deu várias chibatadas, marcando meu corpo. Quanto mais tentava resistir mais forte batia. Sentia minha pele queimar com o impacto da chibata! Deixou-a de lado e me puxou pelo cabelo dizendo:
- Você é minha! E uso do jeito que EU quiser! Vagabunda!, disse ele enquanto dava fortes tapas em minha cara. Quase me arrancando lágrimas.
Rasgou minhas roupas me deixando nua, pronta para ser usada. FODIDA...
Tentei me soltar e empurrá-lo de cima de mim, mas quanto mais o empurrava mais forte me segurava. Quanto mais forte me apertava mais me machucava, mais NOS excitava...
Avistei uma tesoura por perto. Minha mente delirou ao vê-la... Alcancei-a e a apontei para ele. Fingindo de forma perfeita estar ameaçando-o.
Seus olhos pareciam pegar fogo! Uma mistura de raiva, tesão e muito Sadismo.
RAIVA...Algo extremamente raro de se ver no Dono... Fui descobrindo que sua raiva me excitava muito...especialmente aquela raiva DE MIM!
Ele aos poucos se afastou, deixando espaço para eu levantar. Quando levantei, ele me agarrou e tirou a tesoura da minha mão. Pressionou-a contra meu pescoço fortemente. Pressionava-a tão forte que quase podia senti-la perfurando meu pescoço.
Naquele momento, o medo tomou conta de mim, ele pressionava tão forte aquele objeto pontiagudo contra meu pescoço, que fiquei muito assustada e comecei a duvidar se era apenas um jogo.
Tentei afastá-lo, mas ele a segurava ainda mais firme contra meu pescoço. Fui ficando cada vez mais nervosa e a sentir tontura. Ele dizia no meu ouvido que eu pertencia a ele e em seguida cravou seus dentes em meu pescoço, enquanto a tesoura ainda me espetava. Meu corpo tremia por inteiro, perdi a noção do que era jogo e o que era real. Lágrimas escorriam dos meus olhos e o medo me fazia tremer. Senti seu sorriso enquanto ainda mordia meu pescoço. Era isso que ele queria, meu medo, minha dor, minhas lágrimas...
Senti algo escorrendo pelo meu pescoço...era sangue! Ele havia pressionado tão forte que me furou. Ao ver meu sangue escorrendo, ele pressionou ainda mais forte a tesoura e enfiou o Pau no meu cu. Gritei de dor! Ele me fodia com muita força, parecia me rasgar por dentro! Quanto mais eu chorava mais fundo ele fodia. Deixou de lado a tesoura e usou a mão para espalhar meu sangue. Esfregava pelo meu rosto e seios. A quantidade de sangue me assustava, mas ao mesmo tempo me excitava! Pressionou-me ainda mais contra a parede e chupou meu pescoço ensanguentado. Gemia perto do meu ouvido e me fodia ainda mais forte. Chupava todo meu pescoço e lambia o sangue que escorria de minha ferida. No mesmo lugar em que furou, me deu outra mordida! Um pranto desesperador tomou conta do meu ser. Meu corpo tremia numa incontrolável e desconcertante sensação de desespero. A dor me desorientava, sua respiração me excitava.
Soltou meu pescoço e com a boca lambuzada de sangue me beijou. Um delicioso beijo, com o sabor delicioso de sangue. Agora sim, estava do jeito que gostamos!
Interrompeu o beijo e me jogou no chão, segurou meus punhos acima da cabeça e me fodeu com força, com muita força! Com mais força do que antes! Me enchia de mordidas enquanto me fodia. Eu gritava e gemia seu nome, tentava me soltar e ele me prendia mais forte, me cuspia, xingava e fodia ainda mais forte.
Sentia o orgasmo crescendo dentro de mim, sabia que não poderia gozar sem sua autorização. Pedi para gozar e ele riu e negou.
-Se controla!
Não fez nada para ajudar a controlar, me fodia ainda mais forte. Já não aguentava mais segurar o orgasmo, implorava por alívio. E quanto mais implorava mais ele se divertia. Senti que aumentou a intensidade da penetração e o senti bem mais ofegante. Percebi que eu iria gozar, pois um êxtase doloroso já se concentrava no meu ventre. Não aguentava mais segurar!
-DONO!!!
-GOZA VADIA!!!
Gozamos juntos! Numa perfeita sintonia, nossos corpos tremiam, o ar parecia ter sumido de nossos pulmões. Não existia mais nada ao nosso redor, apenas nossos corpos suados e o tremor do orgasmo tomando conta do nosso ser.
Ao retomar o fôlego, ele pergunta:
-Estás bem, Eskrava?
-Sim Dono. Respondi ofegante.
-Ótimo.
Me puxando pelo braço, me encostou num canto, pegou sua chibata e disse:
-Obrigado pela deliciosa foda, Vadia imunda, mas estás de Castigo. NUNCA MAIS rejeite os carinhos de seu Dono.
Que tipo de Dono seria se não me castigasse pela rejeição? Mesmo que fosse para lhe dar prazer?
Sorri e agradeci pelo castigo...
Texto de Harpa de URANUS!
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Bem Vindos ao Torturas do Prazer!
Sejam bem vindos ao Torturas do Prazer!
Eu, Maestro URANUS! Criei esse blog juntamente com minhas Eskravas Exclusivas para compartilhar um pouco de nossas vivências e ins-pirações.
Todo conteúdo do blog é totalmente exclusivo e somos portadores dos direitos autorais.
Aqui os senhores poderão visualizar nossas fotos, vídeos caseiros e contos exclusivos.
Nos contos, as fantasias se misturam à realidade.
Importantíssimo enfatizar que todas as nossas práticas são consensuais! Pois Minhas Eskravas escolheram por livre e espontânea vontade serem usadas por Mim nesse delicioso universo SadoMaso!
Use sua imaginação, mergulhe nas profundezas do SadoMasokismo e saboreie as experiências de tão delicioso mistério!
Converse conosco, interaja e descubra suas fantasias, encontre seus limites entre Dor e Prazer.
Aproveitem e voltem sempre!
Muito obrigado pela sua visita. Obrigado por passar seu tão valioso tempo conosco!
Atenciosamente,
Maestro URANUS!
Eu, Maestro URANUS! Criei esse blog juntamente com minhas Eskravas Exclusivas para compartilhar um pouco de nossas vivências e ins-pirações.
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Importantíssimo enfatizar que todas as nossas práticas são consensuais! Pois Minhas Eskravas escolheram por livre e espontânea vontade serem usadas por Mim nesse delicioso universo SadoMaso!
Use sua imaginação, mergulhe nas profundezas do SadoMasokismo e saboreie as experiências de tão delicioso mistério!
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